Colar Protetor para Cães e Gatos

10 / jun / 2013

O seu animal está machucado? Levou pontos? Está com uma tala? Tratando o olho para úlcera de córnea? Se mutilando? Com um curativo? Foi operado? Precisa passar uma medicação na pele e não lamber?

Para todos estes casos e mais alguns outros recomendamos o uso de colar protetor ou o famoso “abajur de cabeça” ou ainda “capacete para cães e gatos”.

Podemos afirmar que em todas as situações acima o uso do colar vai ajudar o animal a se recuperar mais rápido evitando que ele consiga lamber ou esfregar a área protegida.

O colar protetor tem que ser de tamanho adequado, ou seja, a sua borda tem que passar ao menos 2 cm a ponta do focinho. Não pode ficar muito apertado no pescoço. Quanto mais leve melhor (o Pet Care manda fazer os colares protetores próprios e são os mais leves do mercado). O colar protetor tem que ser higienizado diariamente para evitar proliferação de bactérias e causar dermatite.

O uso dele evitará que o animal arranque os pontos antes da hora, fique lambendo e contaminando uma área ferida, fique coçando o olho doente e  minimiza o risco de perder o olho, evita as chances dele engolir um curativo como uma gaze e ter que ser operado do estômago posteriormente, causar uma dermatite ou infeção em uma pata imobilizada, pois teve uma fratura ou sofreu uma cirurgia ortopédica, etc.

Se o proprietário ficar o tempo todo com o animal e tiver CERTEZA que ele não vai lamber a área a ser protegida, pode ficar sem o colar, mas se o animal for ficar sozinho, ou a noite quando todos vão dormir, é importante recolocar o colar protetor.

Cães e gatos, na grande maioria (95%), se acostumam com o colar rapidamente (em tempo menor que 24hs) dormem, comem e bebem água facilmente com o apetrecho.

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